Ameaças e provocações contra camponeses na Santa Elina
Com informações do Comitê de Defesa das Vítimas de Santa Elina — Codevise
Nota publicada pelo Codevise no dia 19 de novembro denuncia as ações criminosas e provocadoras de um bando de pistoleiros, a soldo do latifúndio, contra os camponeses que tomaram uma parte da Fazenda Santa Elina, em Corumbiara.
A nota relata que grupos de pistoleiros fortemente armados têm chegado à fazenda Maranatha, uma das três fazendas que integram o latifúndio Santa Elina, vizinha da área onde as famílias se encontram.
O Codevise denuncia que, além de fazerem uma série de ameaças, os pistoleiros "derrubaram uma ponte e trancaram com correntes e cadeados todas as porteiras na estrada que dá acesso ao município de Chupinguaia, isolando centenas de pessoas que agora precisam dar uma volta de mais de 200 km para chegar ao outro lado, na área cortada pelos camponeses.
Essa estrada que foi bloqueada, apesar das péssimas condições, seria uma rodovia estadual e é usada há muitos anos pelos moradores da região de Chupinguaia, Guarajus, Corumbiara, Vitória da União e outras localidades."
Os camponeses que conquistaram a Santa Elina alertam para a existência de uma série de boatos que circulam em toda a região sobre a preparação de uma operação de despejo contra os camponeses.
Concluindo, a nota do Codevise faz um alerta:
"Qualquer coisa que venha acontecer com os camponeses será de inteira responsabilidade dos latifundiários da região, do velho Estado e seus órgãos, como Incra, Ouvidoria Agrária e Judiciário, que há mais de 15 anos enrola os camponeses com falsas promessas, criminaliza a justa luta pela terra e fecha os olhos diante dos crimes do latifúndio como os fatos acima mencionados".
http://www.anovademocracia.com.br/no-72/3198-luta-pela-terra
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Educação Especial: a necessidade de incluir
Atualmente, temas que discutem a inclusão de alunos especiais em classes regulares tem ganhado cada vez mais destaque na pauta de educadores e técnicos. Podemos dizer que aí já temos algum avanço, mas os desdobramentos práticos da efetivação da prática inclusiva e as diferentes opiniões a respeito do assunto nos leva a uma necessidade crescente de estudarmos o assunto e principalmente refletirmos sobre as condições que os alunos especiais têm encontrado nas escolas.
Muitas questões precisam ser melhor debatida pela sociedade para que possamos garantir a aprendizagem de todos, o respeito pleno dos direitos e o exercício da cidadania. Elementos como formação de professor, corpo técnico especializado para dar suporte ao trabalho docente, projeto pedagógico direcionado, estrutura física adequada às necessidades dos alunos e uma política de estado mais eficiente, que garanta os recursos necessários para o desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem capazes de garantir resultados excepcionais, são alguns dos pontos relevantes do tema que demonstra que apesar de existir algumas ações que garantem um direcionamento do trabalho, muito ainda tem que ser feito.
Infelizmente, muitos profissionais da educação tem se posicionado contra às políticas de inclusão. E isso é compreesível quando pensamos, vemos e constatamos a deficiência dessas políticas mas, negando um direito da pessoa especial não estaremos contribuindo para o exercício dos direitos individuais, da cidadania e principalmente de possibilitar a essas pessoas o convívio e a interação tão importante para elas e para nós.
Então devemos compreender que o "problema" não é a presença do aluno especial na sala de alunos "normais". A grande questão aqui é a inércia do Estado quando este não garante as condições necessárias para que a política da inclusão seja benéfica a todos, mas todos mesmo: a família, a pessoa especial, o professor, os colegas da sala e da escola e a formação de consciência na sociedade de que todos somos iguais em nossas diferenças.
Acredito que num mundo onde a individualidade, o preconceito falam auto, a prática de educador pode fazer a diferença no sentido de promovermos novos valores, uma nova maneira de enxergarmos nós e o outro, me vendo no outro, aceitando suas diferenças e compreendendo-as como virtudes humanas. Não, isso não é fácil, mas a tarefa de educar nos remete a estes desafios.
Muitas questões precisam ser melhor debatida pela sociedade para que possamos garantir a aprendizagem de todos, o respeito pleno dos direitos e o exercício da cidadania. Elementos como formação de professor, corpo técnico especializado para dar suporte ao trabalho docente, projeto pedagógico direcionado, estrutura física adequada às necessidades dos alunos e uma política de estado mais eficiente, que garanta os recursos necessários para o desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem capazes de garantir resultados excepcionais, são alguns dos pontos relevantes do tema que demonstra que apesar de existir algumas ações que garantem um direcionamento do trabalho, muito ainda tem que ser feito.
Infelizmente, muitos profissionais da educação tem se posicionado contra às políticas de inclusão. E isso é compreesível quando pensamos, vemos e constatamos a deficiência dessas políticas mas, negando um direito da pessoa especial não estaremos contribuindo para o exercício dos direitos individuais, da cidadania e principalmente de possibilitar a essas pessoas o convívio e a interação tão importante para elas e para nós.
Então devemos compreender que o "problema" não é a presença do aluno especial na sala de alunos "normais". A grande questão aqui é a inércia do Estado quando este não garante as condições necessárias para que a política da inclusão seja benéfica a todos, mas todos mesmo: a família, a pessoa especial, o professor, os colegas da sala e da escola e a formação de consciência na sociedade de que todos somos iguais em nossas diferenças.
Acredito que num mundo onde a individualidade, o preconceito falam auto, a prática de educador pode fazer a diferença no sentido de promovermos novos valores, uma nova maneira de enxergarmos nós e o outro, me vendo no outro, aceitando suas diferenças e compreendendo-as como virtudes humanas. Não, isso não é fácil, mas a tarefa de educar nos remete a estes desafios.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Conflitos no uso da linguagem da internet no meio social formal
No Youtube, é possível termos acesso a uma diversidade de vídeos que tratam do tema abordado em nosso projeto – A linguagem da internet. O vídeo acessado trata exatamente do problema em questão no P.I.A., onde adolescentes conectados a uma sala de bate-papo utilizam palavras abreviadas para se comunicarem. A troca de informações e a comunicação acontece tranquilamente e sem problemas entre os dois, mas no dia seguinte em uma avaliação de língua portuguesa na escola, onde um dos adolescentes acaba utilizando a mesma forma de comunicação da internet, o problema é exposto e a consequência acaba sendo o fracasso na nota. Felizmente o adolescente se conscientiza da importância do conhecimento das normas da língua padrão em determinados espaços e em nova avaliação consegue
link:
Pesquisando na Wikipédia
Pesquisando na Wikipédia
Com o avanço da internet e a sua imensa popularização, podemos perceber o atrativo meio de se ter algo e conhecer com uma imensa facilidade, da mesma forma observamos a linguagem que se tem utilizado nesse meio de comunicação, ou seja, é a linguagem que os jovens utilizam na internet, assim conhecida e definida como: o internetês.
Os jovens tem usado recursos que a internet oferece, como o MSN, o bate papo, que são programas que permite a conversação em tempo real, dessa forma se é utilizado a linguagem simples e como falamos por meio de abreviaturas onde a comunicação seja mais rápida, e não a linguagem que escrevemos e aprendemos na escola.
Os jovens tem usado recursos que a internet oferece, como o MSN, o bate papo, que são programas que permite a conversação em tempo real, dessa forma se é utilizado a linguagem simples e como falamos por meio de abreviaturas onde a comunicação seja mais rápida, e não a linguagem que escrevemos e aprendemos na escola.
Nesse sentido temos uma grande preocupação como educadores, pois o que os nossos jovens e filhos estão se adaptando a algo inovador e cheio de abreviações, não é simplesmente interromper isso, é mostrarmos o que pode se obter com informação e ao mesmo tempo não deixarmos que eles esqueçam da língua padrão.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Atividade 5.1 e 5.2
Atividade 5.1 - o computador vai substituir o professor?
Escolher uma palavra-chave que melhor sintetiza o texto.
Escolhemos as palavras CONEXÃO, COOPERAÇÃO E INTERAÇÃO pois percebemos que estes conceitos são os que melhor definem o argumento proposto no texto. O trabalho pedagógico do professor está totalmente ligado com as possibilidades de uso de tecnologias por meio da interação e cooperação.
Em nossas práticas pedagógicas, ainda há uma limitação no sentido de conseguirmos promover a cooperação entre nossos alunos. Nós professores continuamos com dificuldades de fazer com que o conhecimento adquirido seja autônomo, onde a interação entre professor e aluno aconteça de maneira simples e contínua. A prática pedagógica tradicional é uma barreira que precisamos transpor. O aluno necessita deixar de ser um ser passivo diante do conhecimento e o professor passar a ser um mediador no processo. Isso só é possível por meio de uma prática diferenciada.
Em relação ao Projeto de Aprendizagem, este busca contribuir em nossas ações fazendo-nos refletir sobre a importância da utilização de tecnologias ou mídias no processo de ensino e aprendizagem e principalmente de como podemos fazer com que nossos alunos possam dinamizar o conhecimento e sair de uma posição passiva, transformando-se em sujeitos protagonistas na aquisição do saber.
Escolher uma palavra-chave que melhor sintetiza o texto.
Escolhemos as palavras CONEXÃO, COOPERAÇÃO E INTERAÇÃO pois percebemos que estes conceitos são os que melhor definem o argumento proposto no texto. O trabalho pedagógico do professor está totalmente ligado com as possibilidades de uso de tecnologias por meio da interação e cooperação.
Em nossas práticas pedagógicas, ainda há uma limitação no sentido de conseguirmos promover a cooperação entre nossos alunos. Nós professores continuamos com dificuldades de fazer com que o conhecimento adquirido seja autônomo, onde a interação entre professor e aluno aconteça de maneira simples e contínua. A prática pedagógica tradicional é uma barreira que precisamos transpor. O aluno necessita deixar de ser um ser passivo diante do conhecimento e o professor passar a ser um mediador no processo. Isso só é possível por meio de uma prática diferenciada.
Em relação ao Projeto de Aprendizagem, este busca contribuir em nossas ações fazendo-nos refletir sobre a importância da utilização de tecnologias ou mídias no processo de ensino e aprendizagem e principalmente de como podemos fazer com que nossos alunos possam dinamizar o conhecimento e sair de uma posição passiva, transformando-se em sujeitos protagonistas na aquisição do saber.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Comentário a respeito dos blogs
É possível perceber que as postagens nos blogs apresentam diferentes formatações, variando sempre de acordo com os interesses daqueles que pretendem passar sua mensagem ou ainda do público que pretendem selecionar. Os blogs apresentam usos variados: divulgar idéias, informações, realizar propagandas, entre outros.
Os autores, nem sempre identificados, são pessoas interessadas em assuntos específicos, publicando imagens e textos que outros interessam e compartilham. Estes autores podem ser uma única pessoa, um grupo ou uma instituição. Nas escolas, os blogs são sempre utilizados como ferramenta que promove a disseminação de informações e conteúdos relevantes para alunos e professores.
Em relação à comparação com os diários escritos a mão, não há duvidas da imensa diferença existente. A quantidade de informações e possibilidades impressiona, além de chegar a um número de pessoas infinitamente maior, permitindo que a mensagem transmitida possa ser vista e avaliada.
Sites visitados:
http://www.estantedelivros.com/
http://blibie.blogspot.com/2008/02/melhor-blogue-de-uma-biblioteca-pblica.html
http://blibie.blogspot.com/2008/02/melhor-blogue-de-uma-biblioteca-escolar.html
http://blibie.blogspot.com/2008/02/melhor-blogue-feito-por-uma-criana.html
Os autores, nem sempre identificados, são pessoas interessadas em assuntos específicos, publicando imagens e textos que outros interessam e compartilham. Estes autores podem ser uma única pessoa, um grupo ou uma instituição. Nas escolas, os blogs são sempre utilizados como ferramenta que promove a disseminação de informações e conteúdos relevantes para alunos e professores.
Em relação à comparação com os diários escritos a mão, não há duvidas da imensa diferença existente. A quantidade de informações e possibilidades impressiona, além de chegar a um número de pessoas infinitamente maior, permitindo que a mensagem transmitida possa ser vista e avaliada.
Sites visitados:
http://www.estantedelivros.com/
http://blibie.blogspot.com/2008/02/melhor-blogue-de-uma-biblioteca-pblica.html
http://blibie.blogspot.com/2008/02/melhor-blogue-de-uma-biblioteca-escolar.html
http://blibie.blogspot.com/2008/02/melhor-blogue-feito-por-uma-criana.html
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
15 anos do Massacre do Corumbiara
Após 15 quinze anos do massacre que fez como vítimas do latifúndio rondoniense muitos trabalhadores rurais, camponeses de diversas regiões do estado de Rondônia tiveram motivos para comemorar. No último 25 de julho a Fazenda Santa Elina, cenário de um dos mais trágicos acontecimentos na história da luta pela terra no Brasil, foi novamente ocupada por trabalhadores que reivindicam a posse da área.
Delegações de trabalhadores vindos de vários municípios do estado fizeram questão de estar presentes com os acampados e juntos celebrar os 15 anos de resistência ao poder dos fazendeiros. Diversas entidades de defesa dos direitos dos trabalhadores do campo acompanharam os atos as manifestações que também homenageou aqueles que tombaram na luta por um pedaço de terra para trabalhar e em defesa dos trabalhadores rurais.
Delegações de trabalhadores vindos de vários municípios do estado fizeram questão de estar presentes com os acampados e juntos celebrar os 15 anos de resistência ao poder dos fazendeiros. Diversas entidades de defesa dos direitos dos trabalhadores do campo acompanharam os atos as manifestações que também homenageou aqueles que tombaram na luta por um pedaço de terra para trabalhar e em defesa dos trabalhadores rurais.
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